
Metodologia

Nosso estudo geotécnico em Chapecó segue as diretrizes da ABNT NBR 8036 e ABNT NBR 6484, integrando etapas de campo, laboratório e análise numérica. Iniciamos com a sondagem a percussão (SPT) a cada metro, até profundidades que variam conforme o porte da obra – tipicamente de 8 a 15 m para edificações residenciais e até 30 m para empreendimentos industriais. Em solos basálticos, complementamos com ensaios de sondagem SPT para determinar a resistência à penetração e a estratigrafia. No laboratório de mecânica dos solos, realizamos ensaios de granulometria, limites de Atterberg e compressão simples, essenciais para classificação e parâmetros de projeto. A modelagem geotécnica considera a heterogeneidade típica dos perfis de alteração de basalto, ajustando-se às condições locais.
Considerações Locais — Chapeco
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Perguntas Frequentes
Qual o tipo de solo mais comum em Chapecó e como ele influencia as fundações?
O solo predominante é o basalto alterado, com camadas de solo residual argilo-siltoso e matacões. Fundações profundas, como estacas escavadas ou hélice contínua, são comuns para transpor camadas superficiais moles e atingir o basalto sã.
Chapecó está em zona sísmica? Há exigência normativa para considerar terremotos?
Não. Conforme a ABNT NBR 15421, Chapecó está na zona sísmica 0, com aceleração inferior a 0,05g. Para obras convencionais, não há exigência de análise sísmica, apenas estruturas especiais podem requerer verificação.
É obrigatório realizar estudo geotécnico para construir em Chapecó?
Sim, o estudo geotécnico é exigido pela ABNT NBR 6122 e pelos códigos de obras municipais para qualquer edificação com mais de dois pavimentos ou fundações especiais. Em áreas de encosta, a obrigatoriedade é ainda mais rigorosa.